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O interior do Paraná tem quase três vezes mais empresas que Curitiba. Três em cada quatro startups do estado nascem fora da capital — e a explicação não é universidade, não é agro e não é cultura.
O Paraná não é o estado com mais empresas de tecnologia do Brasil. É o estado com as empresas mais espalhadas. E isso não foi acaso: alguém decidiu, em 1924.
Neste vídeo o Cientista Financeiro abre o mecanismo inteiro — o mapeamento do Sebrae Paraná com 2.457 startups e crescimento de mais de 500% em sete anos, a decisão de um lorde escocês que quebrou plantando algodão no norte do estado, e as quatro variáveis que fizeram Londrina, Maringá, Apucarana, Cianorte e Arapongas virarem polos industriais, cada uma no seu setor.
E tem uma parte que quase ninguém conta. O experimento não rodou uma vez. Rodou duas — e a segunda equipe era brasileira, chegou dezenove anos depois, do outro lado do estado, e nunca teve contato com a primeira. Chegaram na mesma decisão, sozinhos.
No fim eu traduzo as quatro variáveis em decisão da sua carteira, porque a lógica que espalhou a riqueza no interior do Paraná é a mesma que separa quem constrói patrimônio de quem só trabalha muito.
Se este vídeo te fez enxergar o Paraná — e o seu próprio dinheiro — de um jeito diferente, se inscreve no canal. Aqui a gente faz a matemática que ninguém te mostra.
Comenta aqui embaixo: a sua cidade tem alguma dessas quatro variáveis rodando, ou só tem comércio?
E se você quer entender por que Santa Catarina virou o estado onde a pequena empresa prospera enquanto no resto do Brasil ela morre na burocracia, o vídeo do Paradoxo de Santa Catarina está logo aqui 👇
https://youtu.be/m0IVfDSVXGY
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